Posts de fevereiro de 2009

Mr. Yaowahauaaa

1) Seminário sobre sexo tântrico com Roman Danylo. Via 2blowhards. 2) Este site reúne vídeos de aulas proferidas em universidades americanas. Interessei-me pelo curso The American Novel Since 1945, ministrado por Amy Hungerford, professora de Yale, com aulas sobre Nabokov, Salinger, Pynchon, Cormac McCarthy, Philip Roth, Jonathan Safran Foer etc. etc. 3) Uma cena de Stardust Memories aqui. Via FDR. 4) Habemus Philip Roth: «I don’t think about the reader». 5) A rotina de alguns escritores e outras, er, personalidades, neste blog. 6) Encontrei esta entrevista com Nabokov no blog do Soares Silva. 7) Andew Motion diz que está cada vez mais difícil ensinar literatura inglesa porque os alunos não conhecem a Bíblia.

Por   Links   28 de fevereiro de 2009   0  

Raros prazeres I

Ter quadro dias de puro ócio. Ignorar que há Carnaval — e samba e folia.

Por   Qualquer   20 de fevereiro de 2009   2  

Semelhanças ocultas

Estabelecida, então, além da oposição tradicional, também uma relação de cooperação entre talento e técnica, poderíamos dizer que caberia ao poeta — e à poesia — mostrar semelhanças onde não se espera achá-las, apresentar as coisas do mundo de maneira inusitada e nova. Em outras palavras, a poesia não se define por um objeto fixo, mas por apresentar certos objetos, por exemplo, os mesmos da filosofia ou da história, segundo uma perspectiva metafórica que lhes revela as semelhanças ocultas.

Do ótimo blog do Érico Nogueira.

Por   Aspas, Filosofia, Literatura   18 de fevereiro de 2009   0  

Scaremongering

Por onde anda o fim do mundo, aka aquecimento global? Cientistas para cá, debates para lá. Fico com as idéias de Thomas Edward Yorke, que deste 1997 canta: «Ice age coming, ice age coming». Com ou sem escatologia, parece-me mais razoável ir com os radioheaders do que com Al Gore & Os Democratas.

Por   Qualquer   7 de fevereiro de 2009   1  

Expectativa escatológica

Na infância eu temia o fim do mundo. Na adolescência descobri que na alma humana há algo que deseja a destruição do mundo com uma força vulcânica. A volúpia da destruição do mundo é talvez a mais poderosas. Qual o fundamento deste desejo poderoso de destruição do mundo? A melhor resposta que tenho encontrado: ele tem fundamento na expectativa escatológica. Na milenar esperança de que a este mundo, após destruído, após o banho de sangue redentor, sucederá o novo céu e a nova terra que é o maior anseio da humanidade. E o papel daquele que irá iniciar esta destruição é o mais cobiçado. Quantos não sacrificaram a sua vida para iniciar o processo de arrasamento da terra.

Encontrei o parágrafo acima no blog do Vinícius de Oliveira.

Por   Aspas, Filosofia   6 de fevereiro de 2009   0